Cardiologistas alertam que AVC pode ser tratado em 80% dos casos, mas a prevenção é o melhor caminho.
O Acidente Vascular Cerebral – AVC – atinge 250 mil pessoas todos os anos no Brasil, praticamente uma a cada dois minutos. Mais da metade, cerca de 130 mil, morre em consequência da doença e os sobreviventes passam a conviver com diferentes graus de sequelas, nas funções motora, sensitiva, mental, perceptiva e da linguagem. São 200 mil internações por AVC ao ano somente no SUS, um gasto aproximado de R$ 270 milhões aos cofres públicos, sem contar nas perdas de vidas humanas de valor incalculável.
Segundo o cardiologista é preciso ficar atento a uma dor de cabeça forte e sem causa aparente, uma súbita perda da sensibilidade no rosto, dificuldade para falar, dormência no braço e até a completa paralisia em um dos lados do corpo.
O atendimento tardio é considerado a maior causa de incapacitação da população na faixa etária superior a 50 anos, sendo responsável por 10% do total de óbitos e 40% das aposentadorias precoces no Brasil. “Precisamos informar a população sobre os sintomas e mais ainda a importância de controlar a hipertensão, já que 60% dos AVCs são provocados pela pressão alta não tratada”, conta Malachias.
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